segunda-feira, 30 de maio de 2016

Luta desigual

Por RICARDO MURAD - Mais explosões a bancos e mais viaturas policiais crivadas de balas. Criminosos altamente preparados contra uma população indefesa a mercê de uma polícia desamparada e sem condições materiais de agir para enfrentar quadrilhas com arsenal e estrutura de profissionais. Por isso está mais que na hora de Jefferson Portela pedir pra sair. A questão não é mais nem menos 1500 policiais (já passaram pra reserva desde a posse de Dino, talvez número maior que esse), nem de mais 300 viaturas como alardeia o governador na propaganda dizendo que isso irá resolver o problema.

Já não há policiais no interior para manter as atividades internas das delegacias e quartéis e muitos foram deslocados para São Luís a fim de reforçar a ação contra os incêndios aos ônibus deixando os municípios ainda mais desprotegidos.

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A questão, que Flávio Dino está longe de perceber, é de gestão profissional envolvendo logística, treinamento, planejamento, armamentos de ponta, recursos para a inteligência, diárias para deslocamentos permanentes das forças policiais, custeio suficiente para o funcionamento das delegacias e quartéis, combustível para a frota rodar sem precisar mendigar abastecimento e passar a sacolinha para abastecer as viaturas e de um líder que seja respeitado e admirado pelas polícias e não um infantil e despreparado secretário como esse que temos que ninguém respeita e segue.

A situação é de desespero no Estado inteiro e Dino não está nem aí. Com a chegada desses cento e poucos homens da força nacional ele acha que deu à população a resposta necessária para o retorno da tranquilidade. Comportamento típico de pessoa autoritária, sem visão, insensível e despreparada para exercer um cargo tão importante como o de governador do estado. E Flávio pode se preparar,
porque em 2018, com o respeito a todos aqueles que desejam concorrer como Roberto Rocha, Sarney Filho, Edinho Lobão, Maura Jorge, Rosena e tantos outros eu estarei como candidato a governador.