quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Vaza Caixa Preta - Documentos provam ilícito contra filha do vereador Cássio Conceição

Arte/Do Blog Carlos Filho
EXCLUSIVO/POR CARLOS FILHO – A enfermeira Tássia Lanne Vasconcelos Conceição da Silva realmente ganhou (ou ganha?) R$ 1.855,55 mensais dos cofres públicos sem ter tido trabalhado, em 2015, no Hospital Macrorregional de Coroatá Alexandre Mamede Trovão. A proteção ao ilícito, que transforma o Estado em mero cabide de emprego, que mela o Governo de Flávio Dino, seus seguidores e GRUPO G10 COROATAENSE, vem de forças superiores; vem da “influência” do pai da enfermeira, o vereador Cássio Conceição do PSDB; vem da própria empresa encarregada de administrar o setor, o Instituto Corpore que talvez esteja sendo forçado a fazer “vista grossa”; vem da própria mãe da enfermeira Tatiana Vasconcelos que é coordenadora de Enfermagem do hospital... Vem da atuação da “MÁFIA DO JALECO BRANCO”.

Na primeira, segunda e terceira edições da coluna DOSSIÊ COMPLETO foi publicada a introdução às denúncias. [LEIA AQUIAQUI e AQUI]. Eis a primeira denúncia de uma série:


O mar de corrupção e de imoralidades praticadas dentro do Governo de Flávio Dino, dentro do município de Coroatá, no caso que envolve Tássia Vasconcelos, começa, pode-se dizer a partir de então, quando a pedido do ex-diretor administrativo, Francisco Carvalho Brandão, e do ex-administrador hospitalar do Instituto Corpore, Alberto Américo, o RH da referida empresa fora solicitado a averiguar a entrada, saída e ausência, no Macro, de colaboradores (funcionários). Ofício comprobatório que pedira medidas cabíveis enfatiza, em 30 de novembro último: “... EM SENTIDA FALTA DE COMPROMISSO POR PARTE DE ALGUNS PROFISSIONAIS”. Depois dessa ação o que aconteceu? - Simplesmente a demissão dos diretores. Está claro a proteção a Tássia Vasconcelos. O cerco estaria se fechando contra ela e cia. Mas, veio o "abafa tudo". A mando de quem? Imaginem! A quem interessa o silêncio?


DETALHAMENTO DA DENÚNCIA

Na escala de trabalho de enfermeiros, do mês de agosto/2015, o nome de Tássia Vasconcelos aparece sob o código profissional Coren 414429, confirmando alguma prestação de serviço, totalizando 36 horas semanais.

Em relação de crédito bancário, sob o código de funcionário de nº 12135, apareceu um vencimento de R$ 999,77.

Contudo, estranhamente, há registro de contracheque (de 14/08/2015) indicando o ganho de salário líquido a maior de R$ 1.855,85 para Tássia Vasconcelos, sob o código de funcionário de nº 12135. A matemática não bate. A contabilidade também não!!!

Em setembro, outubro e novembro do ano passado, Tássia Vasconcelos sumiu do mapa da escala de trabalho de enfermeiros. Não se observa o código profissional Coren 414429.



Só que nas relações de créditos bancários de setembro e novembro (de 29/09/2015 e de 05/11/2015) Tássia Vasconcelos ganhou a cada mês novamente mais R$ 1.855,85 (documentos logo abaixo). Informações extraoficiais dão conta de que possivelmente o pagamento no mês de novembro tenha sido suspenso.

Não se teve acesso à relação de créditos bancários do mês de outubro/2015. Mas, eis abaixo o contracheque desse período com o mesmo ganho de R$ 1.855,85.

Os caminhos da sinuosidade que alguns “comunistas” de Coroatá tomaram sem o menor pudor, sem que os seguidores do Dinismo e GRUPO G10 tenham vergonha de olhar o povo de frente, estão guardados em registro de BO (Boletim de Ocorrência Nº 3.868/2015) do mês de dezembro último. A natureza do BO é de furto de documentos – uma queixa da Coordenação Administrativa. No dia 04 de dezembro, por volta das 17h30min, escafedeu-se pen drive contendo espelhos de folha de pagamento, registros de depósitos bancários, de escala de plantão e outras informações sigilosas. Os documentos nunca foram recuperados. Eles estariam comprometendo Tássia Vasconcelos e mais uma boa quantidade de pessoas. Mas a Administração possuía cópias guardadas à sete chaves e tudo veio à tona.