terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Prefeita Teresa Murad cala a voz da malícia e leva abastecimento d'água à Vila Maranhense

Imagem/arquivo do Blog
Denúncias sintomáticas e meramente políticas que atendem a interesses escusos, favorecendo a Oposição no Município, cai por terra. Em tempo, o Blog apurou que a Prefeita Teresa Murad (PMDB) toma providências para a conclusão de projeto alçado por sua Administração para suprir a comunidade da Vila Maranhense (adjacente ao bairro da Mariol) com total assistência no quesito abastecimento de água potável. As famílias serão beneficiadas através de um sistema completo, como nunca executado antes, calando a voz da malícia dos seguidores e ex-gestores ligados ao Governo Flávio Dino. Restará à mídia "palaciana", quando o Município entregar o sistema funcionando com autonomia elétrica, dizer que tudo se deve às suas "denúncias".

Pior fez a gestão do ex-prefeito que contou com recursos da FUNASA de mais de 1 milhão e meio de reais para a construção de 15 poços e não o fez. Aquela gestão malsucedida deixou muitos povoados sem o abastecimento d’água, como Garimpo, Mocambo, Mantinga e Maracajá. Isso a mídia “comunista” nunca denunciou.

A VERDADE

O poço da Vila Maranhense, que vinha funcionando normalmente através de gerador, foi construído por força e obra da influência da prefeita Teresa Murad. A gestora solicitara ao então Governo de Roseana Sarney. A prefeita contou com o apoio incondicional do ex-secretário de Estado da Saúde Ricardo Murad que viabilizou a perfuração de vários poços artesianos em comunidades carentes, em Coroatá. O poço têm profundidade de 120 metros, com rede de distribuição e caixas d’água para 15 mil litros instalada a uma altura de 08 metros.

Para a conclusão do sistema na Vila Maranhense resta apenas a instalação de rede elétrica. Segundo o superintendente municipal de Abastecimento Edmilson Lago, a Prefeitura já solicitou, por ofício, ao escritório regional da CEMAR em Bacabal. Toda estrutura elétrica do poço já foi preparada para receber a linha da CEMAR. E, para a comunidade não ficar sem o abastecimento, o Município disponibiliza água de qualidade por meio de Caminhão Pipa, sempre no período da manhã.

A paralisação do abastecimento normal se deve ao término de contrato com a empresa fornecedora do gerador e, em função do alto custo, a Prefeitura preferiu optar pela rede elétrica da CEMAR. Também devido ao programa de contenção de gastos, o Município decidiu suspender as despesas. O gerador consumia cerca de 200 litros de óleo diesel por semana, inviabilizando o seu funcionamento.

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