sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Bolsa Escola de Flávio Dino causa constrangimento a beneficiários em Coroatá

   O registro de cartão com nomes de beneficiários trocados
Além de não está configurado efetivamente como programa por sofrer descontinuidade de atendimento, o Bolsa Escola de Flávio Dino deixou mesmo a desejar no município de Coroatá. Expôs inteira desorganização por conta da falta da liberação do crédito na mão do beneficiário e pela deficiência na distribuição pelos Correios, fato até mencionado por integrantes da Caravana liderada pelo próprio secretário de Estado de Desenvolvimento Social Neto Evangelista. Pasmem, teve gente que sofreu constrangimentos na boca do caixa das livrarias.

Foi o que denunciou nesta quinta-feira, 4, a TV Cidade [Rede Record] através do programa Balança Cidade. A reportagem é de estarrecer; relatos do apresentador Júnior Buhatem exigem providências do tido (Des)Governo. Uma beneficiária do Bolsa Escola denunciou constrangimento na utilização do cartão do programa. No ato da compra do material escolar, ela e muitas famílias não conseguiram levar a mercadoria para casa. O cartão aponta saldo zerado.

Pior, talvez pior, seja a atitude de certos políticos, como do vereador Cássio Conceição (PSDB) que queria associar a imagem dele à vinda do programa a Coroatá. Pior, ele deixou registros do seu ato nas reportagens das TV locais. - Ele sabia que o programa ia ser implantado... um ato vergonhoso, frisou a vice-prefeita Neuza Muniz, secretária de Assistência Social.

PROBLEMÁTICA

Segundo a secretária, a Caravana do Governo está indo aos municípios para desafogar os Correios que não estão cumprindo cláusulas de Convênio. - É mais dinheiro indo para o ralo, assinalou Neuza Muniz. Ela também denunciou que em outras cidades famílias estão recebendo cartas para o recebimento do cartão, mas o mesmo vem em nome de outra pessoa.

No contraponto, Neuza explicou que os programas Viva Luz e Viva Água nunca tiveram esses equívocos, erros. Eram mensal e tinha foco. Beneficiava famílias maranhenses de baixa renda. - Agora vem o Mais Bolsa, que está virando Menos Bolsa, deixando famílias constrangidas na hora de comprar o material escolar. A máquina acusa compra não autorizada, criticou. Foi sugerido que as pessoas busquem o Procon ou a Defensoria Pública.

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VEJA DENÚNCIA DA TV CIDADE: