segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A fritura no ponto

COLUNA DOSSIÊ COMPLETO/POR CARLOS FILHO – Um fardo enorme pesa contra o Governo de Flávio Dino, contra alguns de seus seguidores, contra o grupo G-10 de Coroatá que ficou cego, mudo, surdo e congelado vendo as barbáries “comunistas” contra o Município, como a infeliz queda de resolutividade do hospital Macrorregional, da UPA, do estrangulado sistema de segurança pública. Sem respostas, a sociedade apenas assiste denúncias gravíssimas contra a administração do Macro. Na lista, óbitos de crianças por falta do fornecimento de oxigênio em UTI e negligência; assédio sexual de enfermeiro contra paciente; sangramento do erário público em esquema de funcionário fantasma; corrupção por desvio de recursos em folha de pagamento (a próxima denúncia desta coluna – a fábrica de horas extras da MÁFIA DO JALECO BRANCO).

Mas, na ponta da corda, no alvo, está o superintendente de Articulação Política da Regional Cocais Sebastião Araújo. Na verdade, ele está por um fio de perder a confiança do governador Flávio Dino. Se permanecer calado, irá comprometer inclusive todo o seu "projeto político", a improvável baixa reputação e vida social que lhe resta. Até imagina-se que o mesmo também esteja sendo usado, com o seu próprio silêncio, para manter a projeção de malfeitores.

Saiba detalhes da primeira denúncia:
Vaza Caixa Preta - Documentos provam ilícito contra filha do vereador Cássio Conceição
As armações ilimitadas da Máfia do Jaleco Branco nas barbas de Flávio Dino

Leia tudo sobre a Máfia do Jaleco Branco aqui:
Dossiê Completo

Respostas, e muito mais, espera-se do governador Flávio Dino. Espera-se que, pelo ao menos, o médico José Rodrigues, diretor Clínico do Macro, se manifeste mesmo sob pressão da MÁFIA DO JALECO BRANCO. Correntes intra corporis apostam que Rodrigues não estaria conivente com nenhum ato ilícito.

Pelo andar da carruagem, o esquema da MÁFIA DO JALECO BRANCO teria ainda a missão de articular o cargo da Direção Administrativa do Macrorregional à enfermeira Tatiana Vasconcelos. O médico José Rodrigues estaria assim na fritura. Assim, seria possível que a própria enfermeira Tássia Lanne Vasconcelos ocupasse o cargo da mãe! Tudo isso atenderia às necessidades de um deputado tucano, em detrimento da população de Coroatá. - Uma jogada de mestre, um golpe no próprio G-10. Em suma, todos se merecem. Seriam todos farinha do mesmo saco!

Veja denúncias correlatas:
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