segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

DENÚNCIA - A panelinha de Flávio Dino compromete AGERP Cocais

   Presidente do STTR de Coroatá, de camisa branca [Foto/Divulgação ]
Está provado que o (Des)Governo de Flávio Dino (PCdoB) jamais irá superar os avanços conquistados pela administração que o antecedeu. Agora os “comunistas” agem sorrateiramente nas entranhas do Maranhão, bem no interior, promovendo a política da panelinha, do conchavo, do conluio, trazendo à baila os métodos antes tidos como repugnantes, os mais vulgares de dominação pelo tráfego de influência e favorecimento. A dominação puxada pelo cabresto, equidistante de toda Legislação, está até na distribuição de sementes a agricultores, como ocorrera na semana passada, em Codó, na Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão – AGERP.

Eles, os "comunistas" e seguidores, não se importam mais com nada. É como se não bastassem a avalanche de denúncias da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa, incluindo aí a destacada participação da deputada Andréa Murad (PMDB), além das estonteantes e fundamentadas críticas do ex-secretário de Estado da Saúde Ricardo Murad (PMDB) contra o Governo do PCdoB.

A PANELINHA DE FLÁVIO DINO

O mecanismo sórdido funciona através dos órgãos de execução, como AGERP. Na semana passada, eis que se flagrou o sindicalista Antonio Viana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Coroatá (STTR), em reunião no município de Codó convocada pela gestora do referido órgão, a senhora Roseane Lobo. Na pauta, a entrega das sementes de milho e arroz do programa Mais Sementes do Governo do Estado.

Na “bendita” reunião, estavam presentes os secretários e Agricultura de Codó, Alto Alegre do Maranhão, Peritoró e Timbiras. Menos a secretária de Coroatá, a senhora Maria do Rosário, que, nesta semana, já foi achincalhada por seguidores dos “comunistas” devido reclamada falta de ensino avançado – uma verdadeira acepção de pessoa. Para substituir a legítima representante de Coroatá, os “comunistas” optaram por quem? - Pelo aliado presidente do STTR. Fica a pergunta: O que esse Flávio Dino tem a esconder?

Talvez a incompetência na gestão do programa, pois as sementes chegarão tardiamente até as mãos do homem do campo, provavelmente no final deste mês de janeiro, justamente época vencida do período de plantio. Na Administração de Roseana Sarney tudo acontecia sempre em dezembro. As sementes eram deixadas na casa do agricultor. Hoje o Governo nem divulga onde estão as sementes, como se dará a distribuição, muito menos a quantidade a ser entregue a cada unidade produtora e sequer a lista dos beneficiários.