quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

MEDICAMENTOS: Governo Flávio Dino abandonou Codó em 2015

Por ACÉLIO TRINDADE - O governador Flávio Dino não vem sendo amigo da população de Codó no que concerne à mandar verba para complementar a compra de medicamentos a serem usados e distribuídos nos serviços da atenção básica de saúde do município. A revelação foi feita ontem, 16, pelo próprio secretário de saúde de Codó, Ricardo Torres, na audiência pública de prestação de contas de sua Secretaria na Câmara Municipal.

Inicialmente Torres explicou, em entrevista à imprensa, que os governos federal e estadual têm responsabilidades a cumprir neste sentido. - O Fluxo de medicação e materiais no hospital é semanal, não é nem mensal. O que acontece, nós temos a obrigação do governo Federal repassar recursos para medicamentos, nós temos a obrigação do Estado do Maranhão também repassar - disse

ESTADO ENVIOU NADA EM 2015

Na sequência de sua fala explicou que o governo Federal há 2 meses não envia a verba, já o governo de Flávio Dino nunca mandou uma vez sequer a sua parte durante todo o ano de 2015.

- O Estado, por exemplo, não repassa, não repassa, pelo menos em 2015 nós não temos registro de nenhum repasse financeiro de verba pra medicação. O Governo Federal já a cerca de 2 meses não repassa a parte da Atenção Básica - afirmou

O secretário municipal também falou dos efeitos da ausência desses repasses no cotidiano dos serviços prestados na Farmácia Básica e até no Hospital Geral Municipal.

- (…) Então, o que isso significa, o município tem que arcar com mais recursos porque os outros entes deixam de cumprir suas responsabilidades, o município tem que arcar com isso só que num ambiente de crise como nós sabemos que todo o país vive, o município é o mais afetado com tudo isso, então o município faz o que pode, sempre compra, por exemplo, hoje tá chegando um carregamento de medicação no HGM, sexta-feira ou sábado chega outro carregamento, mas são carregamentos que pelo fluxo do hospital isso não deve durar mais do que 4 ou 5 dias, considerando o volume de procedimentos - disse.

OUÇA A ENTREVISTA: AQUI