quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

ALFINETANDO - Uma farsante tentativa de defesa dos Agentes Comunitários

Vereador Camilo Garrett (DEM); presidente César Trovão (PV) e à direita vereador Wllisses Muniz, do PMDB
[Foto: coroataacontece.blogspot.com.br]
COLUNA ALFINETANDOInteressante a preocupação dos aliados dos "comunistas" [aqueles todos defensores mordazes do ex-prefeito, os Amovelistas, do desgoverno mais corrupto da história de Coroatá]. Na última sessão do Parlamento tomou-se notícia que a oposição aprontou, de velho!

ACS - Uma farsante tentativa de defesa dos Agentes Comunitários de Saúde – ACS. Ao contrário do triste passado imposto pelos Amovelistas, os ACS recebem integramente o seu 1/3 de férias e tudo a que tem direito. A atual gestão de Teresa Murad, para dor de cotovelo dos Dinistas, faz uma Administração revolucionária, pagando todo o funcionalismo em dia e com calendário antecipado. Leia AQUI matéria correlata.

OS FARSANTES - Veja quais foram os vereadores que se opuseram ao pagamento dos ACS: Cássio Reis, do PSDB, que sofre com a pecha das denúncias de corrupção na antiga Secretaria de Administração; Marcelo Moura, do PTC, condescendente com o vereador Juscelino da Fazendinha, do PT, beneficiado com guias do Programa Garantia-Safra, sem as condicionalidades do público-alvo... E tem mais um rosário de pérolas.....

COMISSIONADOS – Quem é Cássio Reis para falar em calote e enganação. Quem usava carro roubado corta na carne a reputação presumida. Calote seria deixar de honrar com a folha de pagamento e extrapolar os limites legais, como o desgoverno do tucano sempre fez – O povo de Coroatá é testemunho vivo das atrocidades Amovelistas.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Mais verbas públicas aportaram aos cofres da Prefeitura de Coroatá


Em que pese o sofrimento de uma parcela considerável do funcionalismo público e a enxurrada de recursos federais aportando aos cofres da Prefeitura de Coroatá, o atual prefeito e grupo Amovelista insistem em fazer vistas grossas, relaxando a folha de pagamento.

No período de 07 a 10 de dezembro de 2012, foram repassados R$ 2.090.933,76 (Dois milhões, noventa mil, novecentos e trinta e três reais e setenta e seis centavos), segundo registros do Sistema de Informações Banco do Brasil S/A.

A crise se iniciou, como disse o blogueiro Idalgo Lacerda, desde as duas recentes derrotas eleitorais, do dia 07 de outubro, em Coroatá e Peritoró, e, pela sequência de fatos, nem os repasses dos dias 20 e 30 do mês em curso chegarão ao destino justo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Justiça seja feita

O adágio Quem aponta o dedo para o outro, tem sempre 03 contra si é, quiçá, a máxima popular mais inteligente extraída da natureza humana. E esta frase, no momento, simboliza muito bem o desnorteamento que permeia as intensões do atual vice-prefeito e de uma pequena parte de seus seguidores. Eles, que ainda estão em campanha, não param de criar ações vazias contra a chapa vencedora de Teresa Murad.

A insensatez chega a deixá-los em posição vexatória. É imensurável o mal que eles protagonizam contra o próprio povo. Eles que, em recentes movimentos, têm somente assanhado o povo a situações humilhantes, de absoluto constrangimentos, como a exposição de alguns cidadãos em frente ao fórum eleitoral. Sob sol escaldante, sem alimento e sem água.

Esses, os derrotados, são aqueles que, no prenúncio das eleições, criaram, autofagicamente, descomunal desunião em seu próprio grupo por simples birra, capricho de obter mera projeção pessoal, em detrimento de um projeto político estratégico. Ceifaram os planos de seus pares ao bel prazer.

Estonteados com a sábia resposta do eleitor coroataense disparam, seja lá contra quem for, ações infundadas, de cunho primário, que servem apenas para onerar as finanças públicas e desestabilizar a celeridade da Justiça, atingindo, de morte, inclusive a ciência sobre o direito.

O pior de tudo, resultado dessas ações maliciosas, é que assim eles estão também agredindo a população, quando desrespeitam a sua vontade e o seu direito de exercer a democracia.

Esqueceram-se que a política, por seguir uma ordem natural imposta pela sociedade como um todo, às vezes exige dinamicamente a reengenharia de todo e qualquer projeto, até mesmo aqueles de interesse coletivo.

Exemplo digno, em que os Amovelistas deveriam se espelhar, foi a atitude de Teresa Murad e seu grupo, quando em duas oportunidades perderam as eleições e não apelaram. Souberam assumir os erros e aceitaram a vontade soberana do povo.

Não se apregoou falsas ideias e acusações levianas sob o argumento desorientado de possíveis crimes eleitorais, como a compra de votos. O viés dos Amovelistas está bem aí. Cabe, ao contrário do que fazem, a explicação sobre a origem e posse de sacolas e mais sacolas de títulos que estariam em poder de Domingos Alberto e alguns correligionários.

O curioso é que, a esse grupo, incide situação comprometedora. Às suas supostas testemunhas imputa-se ato configurado como crime eleitoral. A Lei, óbvio, enquadra aquele que também vende o seu próprio voto. Todos devem estar cientes desta responsabilidade.

Outra atitude desabonadora fluiu, de viva voz, quando em pronunciamento o petista frisou que a razão da existência de várias sacolas estaria vinculada à hipótese de possível fracasso de suas lideranças. Eis a prova cabal de que o petista não confia nem em seus seguidores. Coloca-os na vala comum.

A mais nova incongruência, desatino mesmo, tem sido o corrente questionamento sobre os trabalhos do Governo do Estado no município de Coroatá. Inconsequentes, os Dominguistas, e aí não se incluem os seus eleitores, demonstram total cegueira sobre o conceito de gestão pública. Ignoram aquilo que se torna ação continuada, pertinente e necessária ao desenvolvimento da sociedade. Fazem isso nem que para tanto tenham que penalizar, punir, cortar na carne, a sorte do benefício. A sorte da existência do Hospital Macrorregional, a sorte da existência de uma UPA, a sorte da ocorrência de uma verdadeira revolução na saúde dos maranhenses.

Enfim, a bandeira do mal jamais será hasteada em terras coroataenses; pelo menos, nos próximos 4 anos. O povo consagrou esta assertiva. Elegeu o prefeito que desejou. Escolheu o melhor.

O povo cansou desse modelo administrativo atual. Da Administração que se afigura como ente mau gestor, que promove sobressaltos aos seus representados com costumeiras notícias de bloqueios de créditos, que ferem a reputação do Município. O povo recusou a linha da irresponsabilidade, a linha do mau prestador de contas.

O povo não quer ver mais sobre o seu líder as garras da Justiça que o impede de circular livremente. Como tal ocorre com o atual prefeito Amovelista que sofre ação penal, cujo delito encontra-se tipificado no art. 1º, do Decreto-Lei nº 201/67.

O povo não admite mais o fora da Lei.

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